De 22 a 26 de junho de 2026, São Luís, no Maranhão, foi palco do 17º Congresso Internacional da Rede Unida, reafirmando a importância do encontro como espaço de diálogo, articulação e produção de conhecimentos no campo da saúde. Com o tema central “Sabedoria e soberania com alegria: a saúde entre os ritmos da docência, trabalho, cultura e participação no sotaque da matraca”, o Congresso reuniu diferentes sujeitos, saberes e experiências comprometidos com a construção e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ampliou o debate nacional sobre formação, trabalho, participação social, cultura e políticas públicas de saúde, fortalecendo a integração entre instituições, profissionais, estudantes, pesquisadores, gestores e movimentos sociais. Realizado em formato híbrido, o Congresso reafirmou a atuação da Associação da Rede Unida na promoção do diálogo, da cooperação e da transformação das práticas de saúde no Brasil e no cenário internacional.
15 de outubro de 2025: Um marco na história do SUS e da formação em saúde. Realizado no Campus UnB Ceilândia, da Faculdade de Ciências e Tecnologias em Saúde, o lançamento celebra o retorno do VER-SUS Brasil, reafirmando seu compromisso com a formação crítica, a integração entre ensino, serviço, gestão e participação social e a aproximação de estudantes e trabalhadores com as realidades dos territórios. A iniciativa é realizada pela Associação da Rede Unida, em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Em um dia simbólico para a educação, o VER-SUS Brasil retorna com força total, ao lado do novo Programa Nacional de Vivências no SUS, fortalecendo a educação pelo trabalho e contribuindo para a construção de um SUS cada vez mais democrático, integrado e comprometido com o Sistema único de Saúde (SUS).
A 16ª edição do Congresso Internacional da Rede Unida, realizou-se no período de 31 de julho a 03 de agosto de 2024 no campus sede da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em formato híbrido. O tema central, “As mil e uma saúdes dos territórios: cuidados, bem viver, liberdade e democracia como atributos éticos da educação e do trabalho no SUS” nos remetendo à história da Associação da Rede Unida.
O Congresso Internacional tem a função estratégia e intensiva de nos fortalecer para qualificar a intervenção nas políticas de saúde e demais políticas públicas, ampliar e fortalecer nossas parcerias no Brasil e em outros países (sempre com a lógica do local-local), ampliar nossa capacidade de disseminação de conhecimentos e ideias para aquecer a vida, as saúdes e a democracia em cada território e no planeta. Assim, constituímos o sentido da imagem que nos convidou ao congresso: redes internacionais que formam uma globalização inclusiva, em que as conexões local-local engendram rizomas de afecções e colaborações horizontais.
A Rede Unida amplia sua participação na produção de conhecimentos e no fortalecimento da participação social no SUS por meio da pesquisa “Saúde e Democracia: Estudos Integrados para Participação Social nas Conferências Nacionais de Saúde”, desenvolvida durante a 17ª Conferência Nacional de Saúde. A iniciativa deu continuidade à experiência realizada na 16ª CNS e envolveu 160 estudantes da área da saúde, provenientes de todas as regiões do Brasil, selecionados por chamada pública do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Desse grupo, 130 pesquisadores voluntários participaram de acolhimento e formação realizada em parceria com a Fiocruz, preparando-os para atuar nas diferentes etapas da pesquisa.
Coordenada pelo Prof. Alcindo Ferla, coordenador-geral da Rede Unida, a iniciativa aproximou formação, pesquisa e participação social, proporcionando aos estudantes uma experiência concreta de inserção no processo das conferências nacionais e de reflexão sobre democracia, saúde e construção coletiva do SUS.
O cenário para o 15º Congresso Internacional da Rede Unida foi o estado do Espírito Santo, na cidade de Vitória, realizado na Universidade Federal do Espírito Santo - UFES (campus de Goiabeiras) - Centro de Educação Física e Desportos (CEFD). O estado traz na sua cultura a história épica dos povos originários, com seu rico artesanato, uma gastronomia que se encontra entre as mais ricas e originais do país, e os sinais da história colonial e recente que marcam seu território.
Nesta nova edição do evento, celebramos o evento em formato híbrido, lembrando dos que perderam a vida neste período em função da doença causada pelo novo coronavírus, e a eles prestamos nossa homenagem. Ao mesmo tempo em que construímos de forma compartilhada com todas as pessoas, um futuro para o nosso país, marcado pela justiça social, solidariedade e generosidade. Um país que defenda todas as vidas existentes no planeta. Valores que, somados à democracia deverão compor um novo cenário de construção do Sistema Único de Saúde.
A Rede Unida une-se a Frente Pela Vida convocando toda sociedade brasileira a se juntar no dia 5 de agosto de 2021, Dia Nacional da Saúde, no ato Defesa da Vida, do SUS e da Democracia. O ato denunciou a naturalização que tanto o governo como os meios de comunicação hegemônicos trataram a estabilização e/ou queda do número de internações e mortes ainda em altos percentuais. O país ainda era o epicentro da pandemia na América Latina, sendo o terceiro maior número de casos no mundo e a maior taxa diária de mortes, mesmo sem considerar a subnotificação.
O ato Defesa da Vida, do SUS e da Democracia reuniu diversas lideranças da área da saúde para um diálogo virtual e culminou na entrega do Manifesto na CPI da pandemia, no Senado Federal. O texto ressaltou os posicionamentos centrais da Frente, como o reconhecimento do direito à vida como bem inalienável; estabelecimento de medidas de prevenção e controle à pandemia com base na ciência no planejamento articulado entre os governos federal, estadual e municipal; preservação dos princípios do SUS - acesso universal e integral à saúde com equidade.
O 14º Congresso Internacional realizou-se no Campus da Universidade Federal Fluminense, em Niterói. Sob a insígnia “Saúde é Vida em Resistência: traçando caminhos com o SUS”, milhares de trabalhadores, gestores, estudantes, professores, pesquisadores, artistas, parceiros internacionais, representantes de movimentos sociais da saúde e educação, promoveram um grande encontro, compartilhando experiências de vida, trabalho, e produzindo novos mundos.
A decisão de manter o 14º Congresso Internacional da Rede Unida virtual em 2020 foi tomada após análise do quadro da pandemia no país, tornou-se imperativo realizá-lo no formato virtual. O Congresso cumpre um importante papel de colocar em discussão todas as questões que se referem à crise atual, reunir pessoas de todo país mesmo que virtualmente, e debater a construção de um novo mundo pós-pandemia “não é um simples congresso, é um ato público em defesa da saúde”.
A Rede Unida participou ativamente da mobilização e organização da 16ª Conferência Nacional de Saúde (16ª CNS), realizada em Brasília, de 4 a 7 de agosto, reunindo milhares de participantes de diferentes regiões do país. Em preparação para a Conferência, a Rede mobilizou sua comunidade e parceiros históricos para participar das Conferências Municipais de Saúde e de outras etapas preparatórias, contribuindo para ampliar o diálogo e a participação social na construção das políticas públicas de saúde. Com o tema “Democracia e Saúde”, a 16ª CNS promoveu debates sobre Saúde como direito, Consolidação dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e Financiamento do SUS.
A participação da Rede Unida reafirmou seu compromisso histórico com a defesa do direito à saúde, o fortalecimento da democracia e a construção coletiva de um sistema público de saúde, universal, integral e participativo.
A Rede Unida realiza, no Amazonas, a 13ª edição do Congresso Internacional da Rede Unida, marcando a presença de seu maior evento na região amazônica. Sediado no campus da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), o Congresso reuniu diferentes sujeitos e experiências em torno do tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”. Em meio à floresta, às águas e à diversidade dos territórios amazônicos, o encontro valorizou a pluralidade de vozes, saberes e experiências que compõem as redes de saúde e de vida. A programação reafirmou o compromisso da Rede Unida com espaços de diálogo, reflexão, ressignificação e reconstrução de processos de saúde, educação e cuidado, fortalecendo a articulação entre diferentes atores e territórios.
A realização do Congresso na Amazônia representou também a ampliação da presença nacional da Rede, aproximando sua atuação das singularidades e desafios da região.
A Rede Unida promove, em Manaus (AM), no Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazonas), o Seminário de Interprofissionalidade na Educação e Cuidado em Saúde e o Programa Mais Médicos. O encontro reuniu pesquisadores, gestores e trabalhadores para discutir a atuação e o desenvolvimento do Programa Mais Médicos (PMM) nos municípios do Amazonas, fortalecendo o diálogo entre pesquisa, formação e práticas de cuidado.
Durante o seminário, o coordenador nacional da Rede Unida, Júlio Cesar Schweickardt, apresentou resultados de pesquisa sobre o programa, destacando indicadores relacionados à ampliação do acesso da população aos serviços de saúde, especialmente em regiões de maior vulnerabilidade social. As discussões também abordaram os processos de trabalho e a formação interprofissional, evidenciando a articulação entre educação, cuidado e organização da atenção básica. A iniciativa reafirmou o compromisso da Rede Unida com a produção de conhecimentos e o fortalecimento do SUS nos diferentes territórios brasileiros.
A Rede Unida realiza, em Campo Grande (MS), o 12º Congresso Internacional da Rede Unida, sediado pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), após 18 meses de mobilização e construção coletiva. Como preparação, foram realizados seis encontros regionais, abrangendo todas as regiões do país e ampliando a participação de diferentes atores na construção do Congresso. Com o tema “Diferença sim, desigualdade não: pluralidade na invenção da vida”, o encontro promoveu reflexões sobre a diversidade e a singularidade presentes nos processos de agir, ensinar, aprender e produzir saúde, destacando sua relação com o fortalecimento do SUS e da sociedade.
A programação valorizou a vida e a pluralidade como elementos fundamentais para a construção de práticas mais inclusivas e democráticas.
O Congresso também provocou o debate sobre como potencializar a interação social baseada no respeito ao outro, à saúde, à diversidade e à vida, reafirmando o compromisso da Rede Unida com a transformação da educação e do trabalho em saúde.
A Rede Unida amplia sua atuação na produção e disseminação de conhecimentos relacionados às políticas de formação e trabalho em saúde com a criação da Rede Observatório de Pesquisas do Programa Mais Médicos. A iniciativa reuniu pesquisadores e instituições dedicados à análise e à produção de evidências sobre o Programa, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre seus processos, resultados e repercussões no Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, a Rede Unida participou de forma relevante com pesquisas, análises e produções, acompanhando especialmente as dimensões relacionadas ao desenvolvimento do trabalho e à educação permanente em saúde. Para a Rede, o Programa Mais Médicos representava também uma experiência de cooperação internacional que articulava provimento profissional, formação e qualificação das práticas de saúde. Sua participação reafirmou o compromisso histórico com a produção coletiva de conhecimento, a integração entre ensino, trabalho e serviço e o fortalecimento das políticas públicas orientadas pelas necessidades do SUS.
Fortaleza (CE) sedia o 11º Congresso Internacional da Rede Unida, consolidado como evento bianual, com o tema “Girar Vida, Políticas e Existências: a delicadeza da Educação e do Trabalho no cotidiano do SUS”. Durante quatro dias, o Congresso reuniu diferentes sujeitos e experiências em uma programação diversificada, com mais de 100 távolas, 219 rodas de conversa, quatro fóruns internacionais e 38 oficinas, entre outras atividades. A edição contou também com a participação de uma delegação de médicos cubanos do Programa Mais Médicos no Ceará, ampliando os intercâmbios sobre formação e trabalho em saúde. Na abertura, o então ministro da Saúde, Arthur Chioro, destacou a importância do debate democrático promovido pela Rede.
O Congresso expressou, em sua dinâmica, o movimento do quadrilátero da educação na saúde — formação, gestão, atenção e participação —, articulando diferentes dimensões do cotidiano e do desenvolvimento do SUS.
A Rede Unida amplia sua atuação na produção, circulação e democratização do conhecimento com a criação da Editora Rede Unida, voltada à publicação e disseminação de livros e trabalhos relacionados aos temas da educação, saúde e formação profissional. Com publicações impressas e eletrônicas, incluindo conteúdos de acesso gratuito, a Editora fortalece a circulação de conhecimentos e experiências produzidos em rede. Nesse mesmo movimento, destaca-se a Revista Saúde em Redes, ampliando os espaços de divulgação científica e diálogo entre diferentes atores do campo da saúde. O ano também é marcado pela criação, pelo Governo Federal, do Programa Mais Médicos, iniciativa voltada à ampliação da presença de médicos em regiões com carência profissional, ao fortalecimento da atenção básica e à qualificação da formação e da educação permanente.
A Rede Unida acompanha e participa dos debates sobre formação, trabalho e necessidades do SUS, em sintonia com os desafios colocados ao desenvolvimento profissional em saúde.
A Rede Unida realiza, no Rio de Janeiro (RJ), de 6 a 9 de maio, a 10ª edição do Congresso Internacional da Rede Unida, reunindo mais de 6 mil participantes e consolidando um dos maiores encontros de sua trajetória. O evento contou com mais de 3 mil trabalhos apresentados e aproximadamente 1.500 horas de atividades científicas e culturais, ampliando os espaços de diálogo, intercâmbio e produção compartilhada de conhecimentos sobre educação, trabalho e saúde. A edição também se destacou pela participação de representantes de diferentes países da América Latina, África e Europa, fortalecendo a dimensão internacional da Rede. A realização do Congresso contou ainda com o apoio e a parceria de instituições acadêmicas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais, entre eles o Ministério da Saúde, ABRASCO, CEBES, Fiocruz e a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro, reafirmando a capacidade de articulação nacional e internacional da Rede Unida.
A Rede Unida vivencia um dos períodos de maior mobilização de sua trajetória ao iniciar a preparação da 10ª edição do Congresso Internacional da Rede Unida. Como estratégia de articulação e construção coletiva, foram realizados cinco encontros regionais, abrangendo todas as regiões do Brasil: Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE) e Belém (PA). Os encontros reuniram quase três mil participantes, entre estudantes, profissionais, trabalhadores, gestores, docentes, pesquisadores e representantes de diferentes espaços de formação e atuação em saúde. A iniciativa possibilitou ampliar a participação dos diversos territórios e recolher contribuições para a programação e os debates do Congresso Internacional. Ao percorrer as cinco regiões brasileiras, a Rede Unida fortaleceu sua capacidade de mobilização e articulação nacional, estimulando a construção compartilhada de propostas e reflexões sobre Educação Permanente em Saúde, formação profissional e transformação das práticas no SUS.
A Rede Unida celebra seus 25 anos de trajetória com a realização da 9ª edição do Congresso Nacional da Rede Unida, em Porto Alegre (RS), reunindo participantes de diferentes regiões do país em torno dos desafios da formação, da educação e do trabalho em saúde. O encerramento contou com a participação de Alexandre Padilha, então ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, que apresentou um balanço das principais ações do Governo Lula na área da saúde e destacou a trajetória construída pela Rede ao longo de suas duas décadas e meia de atuação. O ano também representa um marco na organização institucional da entidade, que passa a adotar a denominação Associação Brasileira da Rede Unida, consolidando uma nova etapa de sua trajetória e reafirmando seu compromisso com a formação e o desenvolvimento de profissionais de saúde, a educação permanente e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
A Rede Unida realiza, em Salvador (BA), a 8ª edição de seu Congresso Nacional, reunindo estudantes, gestores, trabalhadores e diferentes atores comprometidos com a construção e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro reafirma a importância do Congresso como espaço de diálogo, reflexão crítica, intercâmbio de experiências e articulação entre os diversos sujeitos envolvidos na formação e no trabalho em saúde. Na programação, a conferência de abertura, intitulada “Reforma Sanitária e SUS: desafios para o século XXI”, foi proferida pelo professor Jairnilson Paim, do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA). A escolha do tema expressou a continuidade do compromisso histórico da Rede Unida com a Reforma Sanitária Brasileira, a formação de profissionais de saúde e a defesa de práticas e políticas articuladas às necessidades do SUS e da sociedade brasileira.
O ano marca a ampliação das iniciativas de integração entre educação e trabalho em saúde, agenda historicamente presente na atuação da Rede Unida. Nesse período, foi instituído o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), fortalecendo a aproximação entre instituições de ensino, serviços de saúde e comunidades e possibilitando a inserção de estudantes nos cenários reais do SUS. A iniciativa dialogava com experiências e princípios defendidos pela Rede Unida, especialmente a formação multiprofissional, a aprendizagem pelo trabalho e a articulação entre ensino, serviço e comunidade. No mesmo contexto, experiências de educação permanente desenvolvidas em diferentes territórios brasileiros ganhavam novos formatos, reforçando a necessidade de processos formativos vinculados às realidades locais. Assim, 2008 integra a trajetória da Rede como período de continuidade e expansão dos debates sobre formação profissional, educação permanente e transformação das práticas de saúde.
A Rede Unida segue fortalecendo sua participação no movimento de transformação da formação e do trabalho em saúde, em um período de consolidação das políticas nacionais de educação na saúde. A publicação da Portaria GM/MS nº 1.996, de 20 de agosto de 2007, atualizou as diretrizes para implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, reafirmando a articulação entre formação, trabalho, gestão e necessidades dos territórios. Esse cenário dialogava diretamente com a trajetória construída pela Rede Unida desde sua origem, marcada pela integração entre universidades, serviços de saúde, estudantes, trabalhadores, gestores e comunidades. As experiências acumuladas pela Rede contribuíram para a reflexão sobre processos formativos vinculados ao cotidiano do SUS e para a construção de redes de aprendizagem e cooperação, fortalecendo a educação permanente como estratégia de desenvolvimento dos trabalhadores e transformação das práticas de saúde.
“Promover saúde e impulsionar mudanças na formação profissional e no cuidado à saúde: uma política de Estado” foi o tema da 7ª edição do Congresso Nacional da Rede Unida, que aconteceu em Curitiba, Paraná. O congresso contou com a participação de representantes do CONASS, CONASEMS e professores universitários mobilizados para promover um amplo debate sobre o trabalho em Rede, a internet, a Cibercultura, a qualificação da Gestão do SUS, entre outros temas.
Neste ano, seis eventos foram agregados ao Congresso e aconteceram simultaneamente: a 3ª Mostra Paranaense de Saúde da Família, o 3º Fórum Nacional de Redes em Saúde, o 2º Encontro de Promotores de Políticas Públicas Saudáveis, o 3º Encontro Estadual da ANESPS-PR, e o 1º Encontro Multiprofissional dos Residentes em Saúde da Família da região Sul.
A Rede Unida reafirma sua trajetória de articulação e transformação da educação e da saúde com a realização do 6º Congresso da Rede Unida, em Belo Horizonte (MG). Com o tema “20 anos de Parceria na Saúde e na Educação”, o evento reuniu mais de dois mil participantes e contou com a apresentação de mais de mil trabalhos, consolidando-se como importante espaço de diálogo, reflexão e intercâmbio entre profissionais, estudantes, gestores, pesquisadores e movimentos sociais. Entre os temas debatidos estiveram o estágio profissional, a educação a distância, a formação dos profissionais de saúde e os cuidados domiciliares. O Congresso também marcou as comemorações dos 20 anos da Rede Unida, celebrando sua trajetória de lutas, articulações e conquistas na construção de políticas de saúde e educação e na defesa de um Sistema Único de Saúde (SUS) equitativo, democrático e comprometido com as necessidades da população.
A Rede Unida amplia seu compromisso com a preservação da memória e da história da formação de profissionais de saúde ao desenvolver, com apoio da Fundação Kellogg, um projeto em parceria com o Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva (NESCO). A iniciativa teve como objetivo reorganizar, sistematizar e publicar o acervo documental do Programa UNI, preservando registros fundamentais de uma experiência que marcou a integração entre universidade, serviços de saúde e comunidade. O trabalho contribuiu para valorizar a trajetória do Programa UNI e sua importância para as transformações na educação e nas práticas de saúde. Anos mais tarde, esse conjunto documental passou a integrar o “Acervo sobre Educação de Profissionais de Saúde”, disponibilizado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), fortalecendo o acesso à memória e aos registros históricos relacionados à formação em saúde e à atuação da Rede Unida.
A Rede Unida promove, em Londrina, o 5º Congresso Nacional da Rede Unida, reunindo diferentes atores comprometidos com a transformação da formação e do trabalho em saúde. Sob a perspectiva dos velhos e novos desafios para a formação de recursos humanos em saúde, o encontro ampliou o debate sobre temas fundamentais para a consolidação do SUS, entre eles a saúde da família, a formação profissional, a assistência à saúde, as políticas públicas de saúde e educação e a participação social. No mesmo período, a Rede realizou o 1º Fórum de Redes de Saúde, iniciativa que fortaleceu a articulação e o intercâmbio entre diferentes redes e experiências. Por meio de oficinas e conferências, realizadas em Londrina, o Fórum favoreceu a construção coletiva de conhecimentos, o compartilhamento de práticas e o fortalecimento da cooperação entre redes comprometidas com a transformação da saúde.
O ano representa um importante momento de consolidação institucional da Rede Unida, que, sediada em Londrina, ampliou sua atuação na articulação entre educação, saúde, serviços e sociedade. Nesse período, a Rede promoveu o Seminário Nacional da Rede Unida, realizado em Londrina, fortalecendo o debate sobre a formação e o desenvolvimento dos profissionais de saúde e sua relação com as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Paralelamente, avançou o processo de organização jurídica iniciado no período anterior, com o registro, em 28 de junho de 2002, da Rede Unida de Desenvolvimento dos Recursos Humanos em Saúde – Rede Unida/OSCIP, em Londrina (PR). Esses movimentos contribuíram para fortalecer a identidade institucional e a capacidade de articulação da Rede em defesa das mudanças na formação em saúde.
A trajetória da Rede Unida ganha novo impulso com a transferência de sua Secretaria Executiva para a Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, onde também é realizado o 4º Congresso Nacional da Rede Unida, em Londrina/PR, com o tema “Impulsionando Movimentos de Mudança na Formação e Desenvolvimento de Profissionais de Saúde para o SUS”. O período representa uma importante etapa de reorganização institucional e fortalecimento da Rede, marcada pela realização de uma assembleia de fundação de uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) destinada a apoiar suas ações.
Entre 2001 e 2003, a Secretaria Executiva foi composta por Márcio José de Almeida, Rossana Baduy, Rosalina Batista, Edgar Campos, Brígida Carvalho, Margatet Shimiti, João Campos, Regina Gil, Adriana Ivama, Gilberto Martins e Laura Feuerwerker, fortalecendo a atuação coletiva da Rede em defesa da transformação da formação e do desenvolvimento de profissionais para o SUS.
A Rede UNIDA fortalece sua participação no movimento de transformação da formação e do desenvolvimento dos profissionais de saúde, ampliando a articulação entre universidades, serviços, gestores, trabalhadores e comunidade. Nesse período, sua atuação contribui para mobilizar experiências e concepções que valorizavam a integração ensino-serviço, a multiprofissionalidade, a interdisciplinaridade e a aproximação entre formação e necessidades sociais. A Rede também participa do debate nacional relacionado à construção das Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos da área da saúde, contribuindo para colocar em evidência a necessidade de mudanças nos processos formativos e nas práticas profissionais em consonância com os princípios do SUS. Paralelamente, experiências vinculadas ao Projeto UNI fortalecem iniciativas de diversificação dos cenários de ensino e trabalho e de integração com as comunidades. Assim, 2000 representa a continuidade e o amadurecimento do compromisso da Rede UNIDA com mudanças na educação e no trabalho em saúde.
A Rede UNIDA amplia sua presença e sua capacidade de articulação ao incorporar novas formas de comunicação, organização e compartilhamento de experiências. Nesse ano, a implantação e a reestruturação de sua Home Page tornam a produção da Rede mais acessível, informativa e interativa, fortalecendo a própria concepção de trabalho em rede e aproximando seus integrantes por meio das tecnologias disponíveis naquele período. Paralelamente, a Rede participa da Reunião Técnica dos Polos de Capacitação em Saúde da Família, realizada em Brasília, contribuindo para o balanço das experiências, o debate sobre a ampliação das iniciativas e a articulação entre diferentes atores envolvidos na formação e no desenvolvimento profissional. A participação nesse processo reafirma o compromisso da Rede UNIDA com a integração entre educação, serviços de saúde, formação profissional e transformação das práticas, fortalecendo sua atuação coletiva no campo da saúde.
O ano marca uma importante transformação na trajetória da Rede Unida, quando a então Rede UNI-IDA passa a ser denominada Rede UNIDA. A mudança expressa a ampliação da compreensão sobre o trabalho desenvolvido pela Rede, que passa a ultrapassar os limites de uma única profissão ou departamento e a fortalecer uma perspectiva multiprofissional e interdisciplinar na formação e no desenvolvimento dos profissionais de saúde. Nesse processo, a participação dos usuários ganha maior centralidade, assim como a interação entre universidades, serviços de saúde e comunidade. A nova denominação representa, portanto, o amadurecimento de uma trajetória construída a partir da articulação entre diferentes experiências e atores comprometidos com a transformação da formação e das práticas em saúde. Em 1998, a Rede Unida consolida uma identidade mais ampla, reafirmando seu envolvimento com a integração entre educação, saúde, serviços e sociedade.
A Rede Unida inicia uma nova etapa de sua trajetória institucional ao ampliar sua atuação para além dos projetos financiados pela Fundação W. K. Kellogg. Essa mudança ocorre após a realização do 3º Congresso Nacional da Rede Unida, em Salvador, que representa um momento importante de reflexão e definição dos novos caminhos para a organização. Durante o Congresso, são estabelecidos três eixos prioritários para orientar a atuação da Rede: formação de recursos humanos, transformação do modelo assistencial e participação social. A definição dessas frentes amplia o campo de atuação da Rede Unida e reafirma seu envolvimento com questões fundamentais para a formação em saúde, a organização dos serviços e a participação da sociedade.
No período de 1997 a 2000, a Secretaria Executiva passa a ser gerenciada por um grupo formado por oito integrantes, fortalecendo sua organização institucional.
A Rede Unida amplia sua participação nos debates nacionais sobre saúde e formação profissional ao estabelecer parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes). Dessa articulação resulta uma edição especial da publicação “Divulgando em Saúde para o Debate”, dedicada às principais contribuições da Rede para a 10ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em setembro daquele ano. A publicação registra a atuação de seus membros na preparação da Conferência, por meio da realização de oficinas, elaboração de relatorias, desenvolvimento de consultorias e participação em palestras. Essas iniciativas evidenciam o envolvimento da Rede Unida na construção coletiva de conhecimentos e propostas para o campo da saúde. No mesmo ano, em Salvador, a Rede promove debates sobre a formação e a capacitação de recursos humanos para o SUS, reafirmando seu compromisso com a qualificação profissional e a transformação da saúde.
A Rede Unida amplia sua participação no debate sobre a formação em saúde e assume papel de destaque no movimento de aprovação das novas diretrizes curriculares. A partir desse período, a Rede fortalece sua articulação com o Conselho Nacional de Saúde (CNS) e o Conselho Nacional de Educação (CNE), participando da organização de uma série de audiências públicas relacionadas às propostas de diretrizes para os cursos da área da saúde. Essa atuação expressa o envolvimento da Rede na defesa de propostas de formação alinhadas às necessidades da saúde e às transformações em curso no país. O processo também contou com a participação conjunta de diversas entidades representativas das profissões de saúde, fortalecendo a construção coletiva do debate.
Assim, a Rede Unida consolida sua presença na discussão das políticas de formação profissional, contribuindo para aproximar educação, saúde e as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
A Rede Unida vivencia um novo momento de continuidade e ampliação das iniciativas relacionadas ao Programa UNI, desenvolvido com apoio da Fundação W. K. Kellogg. O ano marca o início da segunda etapa do Programa, com a inclusão de um segundo grupo de projetos apoiados pela Fundação. Esse novo ciclo dá sequência às experiências que vinham sendo desenvolvidas no âmbito do Programa UNI, fortalecendo a presença da Rede Unida em uma agenda voltada ao apoio de projetos e às inovações na área da saúde. A continuidade dessa iniciativa evidencia a permanência da articulação da Rede com projetos que integram diferentes experiências e propostas de transformação no campo da saúde. Em 1994, portanto, a Rede Unida acompanha a expansão do Programa UNI e a incorporação de novas experiências, mantendo sua participação em um processo de apoio às inovações em saúde.
A Rede Unida fortalece sua atuação na construção e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) com a realização da 2ª edição do Congresso Nacional da Rede Unida, na Escola Paulista de Medicina. O encontro amplia o debate sobre a organização do sistema de saúde e reafirma o compromisso da Rede com a formação e o desenvolvimento de profissionais para as necessidades do SUS. Durante o Congresso, é criado o Prêmio Professor Mário Chaves, destinado a estimular a produção de monografias sobre o tema “Integração docente-assistencial. Perspectivas frente ao SUS”, valorizando a reflexão e a produção de conhecimentos sobre a relação entre formação e serviços de saúde. O evento também marca a substituição da Secretaria Executiva da Rede, que passa à gerência de Eliane Cardoso de Araújo, Ana Luiza Queiroz Vilas Boas, Carmen Fontes Teixeira, Maria Eunice X. Kalil, Maria Lígia Rangel e Maria Raquel O. Feitoso.
A Rede Unida amplia sua participação no debate nacional sobre a formação em saúde ao produzir o documento “Contribuição das Universidades Públicas do Rio de Janeiro”, distribuído durante a 9ª Conferência Nacional de Saúde, em Brasília. A iniciativa evidencia o envolvimento da Rede na construção de propostas voltadas à formação das futuras gerações de profissionais da área da saúde, reafirmando a importância das universidades públicas nesse processo. O documento também ganha circulação por meio de sua publicação na Revista Cebes, ampliando o alcance das contribuições apresentadas pela Rede Unida. No mesmo período, tem início o apoio da Fundação W. K. Kellogg aos projetos aprovados no Programa UNI, voltado ao apoio a inovações na área da saúde.
Esse movimento fortalece a atuação da Rede Unida na articulação entre formação, universidades, serviços de saúde e processos de transformação no campo da saúde.
A Rede Unida amplia sua articulação nacional ao organizar, em São Paulo, o 3º e o 4º Encontro dos Coordenadores de Sub-Redes, realizados respectivamente em fevereiro e setembro. Esses encontros fortalecem a organização e a integração da Rede, com a definição de representações regionais distribuídas em três regiões, reunindo estados de diferentes partes do país. A nova organização busca favorecer a aproximação entre os projetos, ampliar a comunicação e possibilitar a troca de experiências entre seus integrantes. No mesmo ano, em novembro, a Rede Unida promove a 6ª edição do Encontro Nacional de Coordenadores, criando um espaço de discussão sobre o Sistema Nacional de Saúde. A iniciativa reafirma o envolvimento da Rede nos debates sobre a organização da saúde brasileira e sua contribuição para a construção e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS).
A década de 1990 marca uma nova etapa na trajetória da Rede Unida, que redefine suas atribuições e amplia sua participação nos debates e nas políticas públicas relacionadas aos recursos humanos em saúde. Nesse período, a Rede passa a atuar de forma mais direta na discussão sobre a formação de profissionais de saúde em nível de graduação, reconhecendo a necessidade de aproximar os processos formativos das demandas concretas dos serviços e das transformações em curso no sistema de saúde brasileiro. Esse movimento reforça seu envolvimento na busca por alternativas para aprimorar a articulação entre universidades e serviços de saúde, contribuindo para aproximar ensino e realidade dos territórios. Ao ampliar sua atuação, a Rede Unida fortalece sua presença na construção de propostas voltadas à qualificação da formação profissional e ao desenvolvimento de recursos humanos comprometidos com as necessidades da saúde pública e com a consolidação do SUS.
A Rede Unida amplia sua atuação na construção de caminhos para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) ao realizar, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, o 1º Congresso Nacional da Rede Unida e o 1º Encontro de Coordenadores de Sub-Redes. O encontro coloca em debate temas fundamentais para a transformação da saúde no país, com destaque para a formação de recursos humanos e a organização dos serviços de saúde, reconhecendo a necessidade de aproximar a formação profissional das demandas e desafios do sistema de saúde em construção. O Congresso também fortalece a articulação entre os integrantes da Rede e contribui para ampliar o diálogo e a troca de experiências entre projetos e instituições. Durante o evento, a Secretaria Executiva da Rede passa a ser sediada na Escola Paulista de Medicina, sob nova coordenação, marcando uma nova etapa de sua trajetória institucional.
Um marco histórico para a saúde pública brasileira, o ano da promulgação da Constituição Federal consolidou, em seu Art. 196, o princípio de que “a saúde é direito de todos e dever do Estado”, estabelecendo bases fundamentais para um novo modelo nacional de saúde. Nesse contexto, a Rede Unida realizou, em Friburgo, no Rio de Janeiro, a terceira edição de seu Encontro Nacional, já sob a condução de uma nova Secretaria Executiva. O encontro estabeleceu prioridades para fortalecer a integração entre os membros da Rede, favorecer a troca de experiências e ampliar a articulação em torno dos desafios da formação e da saúde no país. No mesmo ano, teve início a circulação do primeiro número do Boletim Informativo da Rede, ampliando a comunicação entre seus integrantes e fortalecendo a construção coletiva de conhecimentos e experiências.
O 2º Encontro Nacional de Coordenadores de Projetos da Rede acontece neste ano, em Belo Horizonte, para avaliar o que estava sendo desenvolvido no âmbito da Rede, bem como discutir a integração às políticas de saúde. Naquele momento, foram instituídos grupos de trabalho para ampliar o debate nas seguintes temáticas: saúde materno-infantil; gerenciamento das ações em saúde; saúde escolar; epidemiologia perinatal; saúde ocupacional; atendimento integral ao adolescente; capacitação de recursos humanos em saúde; atendimento global em saúde; e apoio ao desenvolvimento de serviços de saúde.
Neste mesmo ano, João José Neves Marins, Gilson Cantarino O’Dwyer, Dulce Helena Chiaverini, Volney de Magalhães Câmara e Maria Helena Ruzany foram eleitos para a função de gerenciar a Rede até 1989.
Um dos anos mais importantes da história da saúde pública brasileira, marcado pela realização da 8ª Conferência Nacional de Saúde, a Rede Unida esteve presente por meio de seus membros, envolvidos com o movimento da Reforma Sanitária brasileira. A Conferência constituiu um momento fundamental para o debate e a construção de propostas que subsidiaram o capítulo da Saúde na Constituição Federal de 1988, contribuindo para a construção de um novo modelo de saúde no país. No mesmo ano, a Rede Unida realizou seu primeiro Encontro Nacional, em Ouro Preto, reunindo seus integrantes para debater temas fundamentais à transformação da saúde, como a formação de recursos humanos em saúde, a atenção materno-infantil e o modelo assistencial. Esse movimento reafirmou o compromisso da Rede Unida com a formação em saúde e com a construção de políticas e práticas voltadas às necessidades da população.
Durante um encontro nacional na histórica cidade de Ouro Preto, um grupo de docentes, pesquisadores e profissionais da saúde, mobilizados para a qualificação da educação profissional em saúde, criaram a Rede Unida. Incentivada pela Fundação W. K. Kellogg, a Rede buscava transformar o modelo de atenção a partir de um conceito ampliado de saúde, com ênfase na promoção.
A mobilização dos atores da Saúde para criar a Rede acontece junto a várias outras entidades do Movimento Brasileiro de Reforma Sanitária (anos 1970), tais como o CEBES (Centro Brasileiro de Estudos de Saúde) e a ABRASCO (Associação Brasileira de Pós-graduação em Saúde Coletiva).
O médico e odontólogo Dr. Mário M. Chaves foi convidado pela Fundação Kellogg para desenvolver o projeto, e a Secretaria Executiva da Rede ficou sob a responsabilidade de Edison José Corrêa, Roseni Rosângela de Sena e Victor Hugo de Melo, com sede em Belo Horizonte.